A descompressão orbitária é a primeira e mais fundamental das operações reabilitadoras para a doença oftalmológica tireoidiana. Ao ampliar a órbita óssea do olho, alivia um olho saliente e, quando necessário, a pressão no nervo óptico.
Descompressão Orbitária
Orbital Decompression — Surgical Animation
Explore orbital anatomy, clinical findings, and the medial wall, lateral wall, and floor decompression surgical techniques.
Orbital DecompressionSurgical Animation
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In order to create additional space on the outer orbit, the surgeon may remove some of this bone with (as seen here) or thin the bone in this area.
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A descompressão orbitária cria volume adicional dentro da órbita removendo uma ou mais paredes orbitárias, permitindo que o conteúdo orbitário expandido faça saliência nos seios adjacentes. Isso reduz a proptose, alivia a exposição corneana e — crucialmente — descomprime o nervo óptico quando a visão está ameaçada.
Indicações
- Neuropatia óptica compressiva — descompressão urgente ou emergencial para prevenir perda irreversível de visão
- Proptose severa com exposição corneana não controlada por meios médicos
- Melhora cosmética/reabilitadora de proptose desfigurante uma vez que a doença está inativa e estável (tipicamente Escore de Atividade Clínica < 3 por vários meses); a cirurgia reabilitadora segue uma sequência de fases com descompressão primeiro, depois cirurgia de estrabismo, depois cirurgia de pálpebra
- Preparação para cirurgia de estrabismo (mudanças no volume orbitário podem afetar o alinhamento)
Abordagem Cirúrgica
Seu cirurgião oftalmoplástico adapta a abordagem à anatomia tomográfica, severidade e objetivos de cada paciente:
- Descompressão de parede medial: Remove a lâmina papirácea (osso fino entre a órbita e os seios etmoidais). Excelente para descompressão do nervo óptico; redução de proptose de 2–4 mm por parede
- Descompressão do assoalho orbitário: Abre o assoalho para o seio maxilar; redução adicional de 2–4 mm
- Descompressão de parede lateral: Abre para a fossa temporal; volume significativo; risco menor de diplopia nova comparado a medial/assoalho
- Descompressão equilibrada de 3 paredes: Usada para proptose severa; pode combinar paredes medial, assoalho e lateral para efeito máximo (redução de proptose de 6–10 mm)
Riscos e Recuperação
- Diplopia nova ou piorada é a complicação significativa mais comum — a descompressão de parede medial carrega o risco mais alto; descompressão equilibrada com parede lateral reduz isso
- Hipoestesia infraorbitária (bochecha, lábio superior) — geralmente temporária, durando semanas a meses
- Vazamento de LCR (raro) quando descomprimindo próximo à base do crânio
- A visão frequentemente se estabiliza ou melhora quando a cirurgia é realizada prontamente para neuropatia óptica, embora a recuperação não seja garantida e dependa da duração e severidade da compressão do nervo; descompressão cosmética eletiva carrega um risco muito baixo de perda de visão


















